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Quim. Nova Vol. 31 No. 1 53-58 2008 Renata P. dos Santos Maria Teresa Salles Trevisan Edilberto R. Silveira e Ot lia Deusd nia L. Pessoa* Departamento de Qu mica Org nica e Inorg nica Universidade Federal do Cear CP 12200 60021-970 Fortaleza - CE Brasil V nia Maria M. Melo Departamento de Biologia Universidade Federal do Cear 60455-970 Fortaleza - CE Brasil Artigo COMPOSI O QU MICA E ATIVIDADE BIOL GICA DAS FOLHAS E FRUTOS DE Triphasia trifolia Recebido em 10/11/06 aceito em 22/6/07 publicado na web em 19/12/07 CHEMICAL COMPOSITION AND BIOLOGICAL ACTIVITY OF LEAVES AND FRUITS OF TRIPHASIA TRIFOLIA. The chemical composition of the essential oils from leaves and fruits of Triphasia trifolia was analyzed by GC-FID and GC-MS. The major constituents of oil obtained from leaves were sabinene (35.4%) and myrcene (34.1%) while the prevalent compounds in oil from fruits were sabinene (37.2%) -pinene (23.95) and -terpinene (16.3%). Both oils showed moderate antimicrobial activity. The fruit decoction was also investigated leading to the isolation of the coumarins isopimpinelin (R)-byakangelicin and (S)-mexoticin. From leaves were isolated the coumarins (R)-byakangelicin aurapten (S)-mexoticin isosibiricin isomerazin and coumurrayin and the flavonoid vitexin. All coumarins showed cholinesterase inhibition on TLC tests. Keywords: Triphasia trifolia coumarins acetylcholinesterase activity. INTRODU O ladas neste trabalho tiveram suas atividades avaliadas. O g nero Triphasia (fam lia: Rutaceae tribo: Citreae subtribo: Triphasiinae) restringe-se a apenas tr s esp cies. O termo Triphasia origina-se do grego onde tripha significa triplo referindo-se disposi o das folhas. T. trifolia (Burm. f.) P. Wils. tamb m conhecida pelas sinon mias T. trifoliata T. aurantiola e Limonia trifolia um arbusto de origem asi tica que devido suas caracter sticas ornamentais foi introduzido em v rios pa ses especialmente naqueles de clima tropical onde melhor se adapta1. Como conseq ncia da ampla ramifica o e dos muitos espinhos pontiagudos e resistentes a planta largamente cultivada em jardins especialmente aos p s de muros constituindo verdadeiras cercas vivas intranspon veis. Todas as suas partes s o arom ticas e a fragr ncia exalada agrad vel e t pica dos citros. Os frutos por exemplo quando macerados exalam o aroma do lim o enquanto as folhas liberam o aroma da laranja. Em medicina popular a infus o das folhas empregada como vermicida2. T. trifolia tem sido objeto de v rias investiga es fitoqu micas revelando ser uma rica fonte de cumarinas particularmente de cumarinas preniladas2 3. Alcal ides2 e caroten ides4-6 tamb m t m sido isolados a partir da esp cie. Como uma planta rica em gl ndulas ole feras e de aspecto ornamental a composi o qu mica dos leos essenciais de plantas de diferentes origens tem sido analisada7 8. Assim como parte de um programa de pesquisa rotineiro sobre os leos essenciais de plantas arom ticas da flora nordestina nativas ou introduzidas investigou-se a composi o qu mica dos leos essenciais das folhas e frutos de T. trifolia bem como suas propriedades antimicrobianas frente a uma s rie de bact rias. Adicionalmente foram tamb m investigados o decocto oriundo do processo de extra o do leo essencial dos frutos e os extratos das folhas de T. trifolia. Trevisan e Macedo9 relataram uma s rie de plantas com atividade anticolinesterase que foi determinada atrav s da avalia o dos extratos. Entre as plantas citadas encontra-se T. trifolia cujos extratos das folhas inibiram em CCD a enzima acetilcolinesterase. Em virtude destes resultados todas as cumarinas iso- RESULTADOS E DISCUSS O *e-mail: opessoa@ufc.br Os rendimentos dos leos calculados sobre a massa do material fresco foram de 0 09% para as folhas e 0 07% para os frutos. Os componentes qu micos identificados em ambos os leos incluindo seus respectivos ndices de Kovat e porcentagens est o sumarizados na Tabela 1. Um elevado percentual da composi o qu mica dos leos foi determinado (99 9% para as folhas e 98 4% para os frutos). O leo essencial das folhas revelou ser constitu do majoritariamente por monoterpenos (90 0%) dos quais sabineno (35 4%) e mirceno (34 1%) foram os principais componentes. Outros componentes identificados em teores significativos foram hidrato de sesquisabineno (6 3%) -terpineno (5 7%) limoneno (4 5%) e terpinen-4-ol (4 1%). Da mesma forma no leo essencial dos frutos prevaleceram os monoterpenos os quais representaram 92 0% do total do leo. Os constituintes majorit rios foram sabineno (37 2%) -pineno (23 9%) e -terpineno (16 3%) seguidos por limoneno (5 3%). Em ambos os leos uma pequena fra o de sesquiterpenos representando 6 0 a 8 2% foi identificada. Exceto pela presen a do hidrato de sesquisabineno o qual contribui com 6
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