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Contents : 2 O Discurso e a Fabrica o do eu no ato de contar Est rias "enxugando os dedos na meada do discurso" (Roland Barthes) 2.1 Introdu o Neste cap tulo apresentarei a perspectiva te rica que orienta o presente estudo. a partir da perspectiva te rica que orienta o presente estudo a an lise do discurso na vertente da Socioling stica Interacional (Erickson e Schultz 1977 2002 Goffman 1981 2002 Gumperz 1982 Tannen 1984 1986 1989 PUC-Rio - Certifica o Digital N 0210381/CA Schiffrin 1987 1996) focalizei a din mica da interlocu o entre os participantes da intera o atrav s a no o de alinhamento ou footing (Goffman 1981 2002) vendo como tal participa o sinalizada em pistas de contextualiza o da fala (Gumperz 1982). Utilizei tamb m o conceito de t pico discursivo (Brown & Yule 1983 Schiffrin 1987 Ribeiro 1994) na an lise das entrevistas. Ao contarem suas est rias de vida os pacientes desenvolveram t picos referentes a momentos e situa es variadas. Em seguida discutirei a no o de narrativa nas perspectivas dos estudos estruturais (Labov & Waletzky 1967 Labov 1972 1997) e dos estudos sociointeracionais (Tannen 1984 Mishler 1986 1999 Linde 1993 Schiffrin 1996 Ribeiro 2001 Bastos 2004 2005 2006) vendo especialmente como a avalia o (Labov 1972 Linde 1993) do narrador na elabora o de suas est rias constru da. Veremos como a no o de avalia o foi introduzida por Labov (1967 1972) e revista no modelo interacional (Linde 1993 1997 Schiffrin 1996 Ribeiro 2001 Bastos 2004 2005 2006 e Ribeiro e Bastos 2004). Considerando que ao contar uma est ria o narrador constr i a sua identidade continuamente no percurso narrativo discutirei como se d tal elabora o identit ria no discurso (Mishler 1986 Bourdieu 1987 2001 Bruner 1990 Linde 1993 Schiffrin 1996). Em seguida enfocarei a no o de performance no discurso narrativo. Abordo o conceito de performance identit ria como representa o de eu 16 proposto por Goffman ( 1959 1995) engendrado a partir da met fora teatral (Goffman 1974) apresentando tamb m a no o de performance em outros te ricos. Finalmente apresento estudos que tratam a rela o entre discurso e sa de em contextos n o profissionais e em profissionais/institucionais como encontros cl nicos entrevistas psiqui tricas e de pesquisa em institui o m dica Interacional (Mishler 1986 1997 Ribeiro 1994 2001 Capps & Ochs 1995 Sarangi & Roberts 1999 Bastos e Lopes Dantas 2003). 2.2 Socioling stica Interacional: a co-constru o do discurso no PUC-Rio - Certifica o Digital N 0210381/CA contexto interacional A partir de uma tradi o de pesquisa qualitativa e interpretativa a Socioling stica Interacional integra a rea de estudo da an lise do discurso e tem como proposta a investiga o do uso da l ngua na intera o social (Ribeiro e Garcez 2002: 8). assistem ticas) do discurso. Na perspectiva interdisciplinar os estudos sociointeracionais abarcam contribui es da Antropologia Sociologia e Filosofia investigando a produ o discursiva em intera es locais inseridas em contextos sociais mais amplos. Objetiva-se examinar as trocas sociais como se constituem e de que forma atrav s delas s o tecidas as identidades sociais (Goffman 1959 1995). Com rela o concep o de comunica o os estudos da Socioling stica Interacional se caracterizam pelo pressuposto que o discurso co-constru do por falantes e ouvintes na intera o face a face um trabalho social a dois com regras de ratifica o do falante pelo ouvinte (Philips 1976 2002 Goffman 1967 2002). Assim a comunica o deixa de ser vista como centrada no falante e passa a "acontecer" no espa o interacional entre falante e ouvinte. O discurso visto como uma atividade comunicativa complexa que integra n veis ou subsistemas de v rias naturezas tais como cognitivos sociais e culturais al m de ling sticos e paraling sticos (Quental 1997: 80). O discurso ao mesmo tempo que produzido a partir do esfor o conjunto dos integrantes de uma intera o em um dado contexto tamb m organizador do pr prio contexto onde se d a produ o discursiva (Schiffrin 1996). A no o de contexto 17 fundamental para o entendimento do intenso trabalho ling stico e social que envolve a co-constru o do discurso. No gloss rio organizado por Garcez e Osterman (2002) vemos que contexto n o somente uma decorr ncia do espa o f sico: Muito al m de uma simples decorr ncia do ambiente f sico trata-se de um ambiente de significa o que interacionalmente constitu do mediante o que as pessoas est o fazendo a cada instante em termos de onde e quando (...) um contexto social consiste na defini o mutuamente compartilhada e ratificada que os participantes constroem quant
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